Tudo o que eu sou estremece.
Sei que te tenho comigo, mas não sei até quando.
Perguntas-me: "mas quem falou em deixar?", e eu digo para mim: "não é isso que estás a fazer já?"
Sinto-me sozinha. Sem ninguém a quem recorrer.
Não me sinto mais eu, nem te sinto mais meu. És de todos, menos meu. Pertences ao vento que tanto te empurra contra mim como te leva para bem longe, sem explicação.
Pára um carro na rua. Fico a pensar se és tu. Sabendo que é impossível.
Não me surpreendes com actos que me fariam acreditar.
Fazes tudo de maneira a matar-me só mais um bocadinho.
Até quando vou aguentar? Até quando?
Outro carro...
Não sei que me doeria mais.
Dói estar assim contigo, dói não estar de todo contigo.
Sinto a garganta tão apertada. Gostava de te poder abanar e ver saltar em ti aquilo que sentes, mesmo, por mim. "Amor" Era o que mais queria ver.
Sinto-me tão enjoada.
O sono não vem. Só as lágrimas.
- O cabrão que levou o meu coração nem sequer deixou recado.
Angel of Death
sábado, abril 25, 2009
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